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04 April Eu quero receitas de musse de maracujá rapidas e faceis!!!
02 May VaMpIrOs
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A crença em criaturas vampíricas provavelmente remonta às experiências humanas muito antes do advento da palavra escrita. Tanto um temor respeitoso em relação aos mortos como uma crença nas propriedades mágicas do sangue podem ser encontradas em culturas do mundo todo. Contos modernos e antigos sobre chupadores de sangue , voadores noctívagos e sobrenaturais, tais como a Lamia(Bruxa, na mitologia grega) , são características, sob muitas formas, de muitas culturas mundiais.
O conceito específico dos mortos retornando para atacar e alimentar do sangue dos vivos encontrou sua maior expressão na Europa cristã. No século 12, o historiador William de Newburgh relatou diversos casos de mortos retornando para aterrorizar, atacar e matar durante a noite. Identificou esse tipo de espírito maligno com o termo latino sanguisuga. Na maioria dos casos sobre os quais escreveu , a única solução permanente era desenterrar e queimar o corpo do assaltante acusado.

Embora nenhuma crença prolongada nesses seres tenha continuado entre os ingleses, a onda de relatos virtualmente idênticos varreu grandes áreas da Europa oriental, do século 16 ao século 18. Uma grande variedade de termos foi desenvolvida para designar esses seres, tais como variações do termo sérvio vulkodlak (extraído da palavra que designa o lobisomem). Outros termos usados na Sérvia , vampir (de origem questionável) e palavras relacionadas (como a palavra russa upyr), também se deseminaram.
Ao longo do tempo , esses relatos sobre vampirismo se infiltraram na Europa ocidental, onde se tornaram foco de discussão intelectual. Em 7 de janeiro de 1732, um relatório oficial foi assinado pelo cirurgião do regimento de campanha Johannes Fluckinger, do governo austríaco (e três de seis assistentes), detalhando suas investigações sobre vampirismo na Sérvia. O relatório indicava diversas mortes na vila de Meduegna cinco anos antes, cuja culpa recaíra sobre um homem chamado Arnold (Paole) Paul, que alegara Ter sido mordido certa vez por um vampiro e subseqüentemente morrido. Alguns acreditaram que ele tinha voltado do mundo dos mortos e os estava atormentando. Seu corpo, quando exumado, parecia estar em bom estado, mas o sangue escorria de sua cabeça e mais sangue espirrou quando foi açoitado. O cirurgião de campanha e seus assistentes estavam investigando uma nova onda de ataques alegadamente vampíricos na área quando examinaram outros supostos vampiros, que foram desenterrados. Oito, cuja aparência foi considerada extraordinariamente fresca, foram queimados.

Dom Augustin Calmet, um abate beneditino e renomado estudioso da Bíblia, publicou um tratado sobre os vampiros em 1746, no qual narrou, entre outros relatos, a história de Arnould Paul. Apresentou várias explicações racionais, mas também deixou em aberto a possibilidade de que algo sobrenatural poderia estar ocorrendo.
Um jovem escritor e médico do século 19 que pode Ter se familiarizado com as teorias de Calmet sobre os vampiros foi John Polidori, um imigrante italiano residente na Inglaterra. Em 1816, durante um certo período, Polidori foi companheiro de viajem do aclamado poeta e escritor Lord Byron. Enquanto estava com Byron e um pequeno grupo de pessoas hospedadas na Villa Diodati, nas cercanias de Genebra, Polidori se juntou aos que, por sugestão de Byron, inventavam histórias de fantasmas para seu mútuo entretenimento. Uma das presentes era Mary Shelley, cuja história se transformou mais tarde no clássico romance de horror Frankesntein. A história de Byron era sobre um homem à beira da morte, que fazia seu companheiro de viajem jurar não revelaria sua morte a ninguém. Anos mais tarde, Polidori juntou a idéia básica de Byron com um motivo vampírico. Usando Byron como modelo, criou o vampiro Lord Ruthven, um aristocrata viajante que atraía e matava mulheres inocentes a fim de se alimentar de seu sangue. Sua historia inspirou diversas peças de teatro e outras obras de criação durante o século 19.
Em 1872, uma imagem mais inovadora para o vampiro foi apresentada pelo escritor irlandês Sheridam Le Fanu, com o lançamento de seu conto "Carmilla", que incorpora as crenças vampíricas a uma ambientação gótica. A historia gira em torno de uma vampira que desenvolve uma longa ligação com uma vítima do sexo feminino. Insinuações eróticas nesse estranho e sinistro vínculo entre vampira e vítima ecoam ao longo de toda a história.

Em fins de século 19, o romance Dracula, de Bram Stoker, iniciou a era da ficção que continua até hoje. Dracula criou o vampiro vilão definitivo, utilizando elementos dos trabalhos de Polidori e Le Fanu para produzir um pano de fundo gótico para a história de um predador aristocrático profano saído do túmulo, que hipnotiza, corrompe e se alimenta das lindas jovens que mata. Stoker revelou todo o impacto das conotações psicossexuais envolvidas no relacionamento entre vampiro e vítima, mostrando a notável semelhança entre ânsia de sangue dos mortos-vivos e a sensualidade reprimida dos simples mortais. Um elo psíquico ainda mais profundo está indicado quando uma vítima do sexo feminino é forçada a beber o sangue de Drácula como parte de sua transformação em vampira.

Após o lançamento do extraordinário romance Dracula, em 1897, poucos romances foram publicados durante mais de meio século, e os que foram não eram dignos de nota. Porem na primeira metade do século 20novos romances e contos do gênero horror injetaram sangue novo ao tema. Particularmente em revistas de produção precária do tipo "horror", como Weird Tales.
Todavia, uma grande influência sobre a percepção pública do vampiro veio de filmes exibidos para grandes audiências. Boa parte dos primeiros filmes não conseguiu atrair o público no lançamento. O filme mudo alemão de 1922, Nosferatu, Eine Symphonie des Garuens, dirigido por F.W. Murnau, retratou com sucesso um vampiro de aparência mórbida e revoltante.
Outros se seguiram a este como Bram Stoker`s Dracula , em 1992 ou London After Midnight, em 1927. Diversas serie na televisão. Porem os filmes das décadas de 20, 30 e 40 consagrarão autores como lendas vivas do mito do vampiro , como o filme Dracula da Universal , estrelado por Bela Lugosi, Bela fez o papel de vampiro no palco e na tela várias vezes. Outros como Christopher Lee , em Horror of Dracula de 1958.
Alguns anos após o término de uma cultuada série de TV sobre vampirismo conhecida como Dark Shadows, em 1971, apareceu um romance que retratava o vampiro tanto como herói trágico como anti-herói. Interview with a Vampire, de Anne Rice , publicado em 1976, faz uma apreciação altamente introspectiva da vida de uma vampiro de nome Louis. A autora pinta um retrato macabro de uma pessoa altamente erudita e sensível que é atirada, sem saber , no fantasmagórico mundo dos vampiros. Louis é forçado a lidar com sua imortalidade enquanto procura algum sentido de identidade em sua existência de assassino movido a sangue.
Os anos 90 lideraram o que se parece ser uma explosão de interesse pelos vampiros. A revolução da TV a cabo e do vídeo tape tornou acessíveis quase todos os numerosos filmes sobre o tema. Uma torrente sem fim de romances vampíricos foi lançada- diversos por mês, ou semana. Um crescimento contínuo de romances sobre vampirismo em forma de seriados alcançou números sem precedentes para um único assunto considerado uma parte apenas do jogo do horror.

Para algumas pessoas, isso vai além da mera simpatia pelo gênero para se tornar parte de um estilo de vida. Um exemplo disso está no cenário moderno da música gótica, no qual o gosto pelos vampiros e uma aparência vampírica estilizada podem ser considerados praticamente normais.

Em resumo: Os vampiros são para sempre.
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01 May Fiquei muito tempo longe do meu cantinho...a última vez que postei foi no mês de Março!!!
Mas eu vo atualizar frequentemente agora. Ok
Pessoal eu fui num show,com minha amiga, hj de gratis aqui perto da minha ksa. O show era do lado dessa usina aí a baixo...
Usina do Gasometro de Porto Alegre
Alem do show ta uma @#/9*$0 ainda tava frio, mas se as bandas fossem boa eu ia ignora o vento frio...O Fim da picada a gota d'agua foi quando um grupo de pagode entrou no palco. Fui embora na mesma hora!!!E akabei não venda a banda que me motivou a sair da minha quentinha ksa! Sempre dexão os melhores por último!!!
Então fui pro shopping c/ aminha amiga e no meio do kaminho eu vi o amor da minha vida(alias vo da um tok do meu celular pra ele agora, é nosso meio de comunicação). Eu não conversei com ele mas abanei pro meu gatinho!Ele tmb tava saindo daquela @#$!¨"/ e indo pro shopping que estava lotado da galera que foi pro show e mais o pessoal q só sai quando o bus é de graça,como hj!!! De lá fui pra ksa
Coloquei o linkin da propaganda desse show...era a ultima banda que eu queria ouvir, não era fã,mas tava afim de ver!Click aqui
Moral do meu dia: Valeu apena fofocar com minha amiga ver o meu gato e ainda me esquentar no ar condicionado do shopping!!!Mas pesquise bem o horário de apresentação da banda desejada em um show de grátis(principalmente pago)
Obrigada pela atenção e paciência...bejus a todos que comentarem !!!Fuii

09 March CARTA A UM JOVEM
Caro jovem, quero que você me ouça, antes de me usar;
Eu quero que você me conheça, que saiba quem eu sou, o que faço, como me comporto dentro das pessoas, como você irá se sentir, depois do meu contato, da minha ilusão.
Eu não tenho nome certo, nem sobrenome.
Sou batizada a toda hora e a todo instante por aqueles que me usam.
Não tenho amigo pois todos aqueles que se aproximam de min, eu consigo destruir, e quando não faço complemente eu os deixo sem miolo, sem coração e sem pensamento .
Os que me tomam como companheira, são aqueles de coração
amargurado, abandonados por todos aqueles que se sentem só e
que procuram em min uma fuga para os problemas principalmente os
que me desconhecem, pois minha fuga é passageira, é dolorosa;
Um dos meus contatos preferidos são as veias; através delas e consigo
mergulhar no seu sangue que me levará a uma viagem por todo o seu corpo.
Atravésso seus membros, canais e artérias.
Passo pelo seu sistema nervoso deixando ai minha marca, enquanto eu passeio,
você vive as ilusões mais caras que alguém pode viver.
Através desse rio de sangue, eu consigo atingir o cérebro e ai, a minha marca é mais forte, pois no cérebro eu vou roubar o pensamento, a memória e a razão. Por fim descerei até o coração e você vira a saber realmente quem eu sou, o melhor não vai dar tempo para isso, pois você já estará morto. Pronto, já lhe contei a minha historia, se você quizer a minha ajuda me procure. Estou pronta, para tirar sua paz, sua liberdade e a sua vida.
Atenciosamente: A DROGA
experiências de Luis Fernando Veríssimo com as drogas!!!
Tudo comecou quando eu tinha uns 14 anos e um amigo chegou com aquele papo "experimenta, depois quando voce quiser é só parar..." e eu fui na dele. Primeiro ele me ofereceu coisa leve, disse que era de "raiz", da terra, que não fazia mal, e me deu um inofensivo disco do Chitãozinho e Xororó e em seguida um do "Leandro e Leonardo". Achei legal, uma coisa bem brasileira; mas a parada foi ficando mais pesada, o consumo cada vez mais freqüente, comecei a chamar todo mundo de "amigo" e acabei comprando pela primeira vez. Lembro que cheguei na loja e pedi: - Me dá um CD do Zeze de Camargo e Luciano. Era o princípio de tudo!
Logo resolvi experimentar algo diferente e ele me ofereceu um CD de Axé. Ele dizia que era para relaxar; sabe, coisa leve... Banda Eva, Cheiro de Amor, Netinho, etc. Com o tempo, meu amigo foi me oferecendo coisas piores: É o Tchan, Companhia do Pagode, Asa de Águia e muito mais. Após o uso contínuo eu já não queria saber de coisas leves, eu queria algo mais pesado, mais desafiador, que me fizesse mexer os quadris como eu nunca havia mexido antes, então, meu amigo me deu o que eu queria, um CD do Harmonia do Samba. Minha bunda passou a ser o centro da minha vida, razão do meu existir. Eu pensava só nesta parte do corpo, respirava por ela, vivia por ela! Mas, depois de muito tempo de consumo, a droga perde efeito, e você começa a a querer cada vez mais, mais, mais...
Comecei a freqüentar o submundo e correr atrás das paradas. Foi a partir daí que começou a minha decadência. Fui ao show e ao encontro dos grupos Karametade e Só Pra Contrariar, e até comprei a Caras que tinha o Rodriguinho na capa. Quando dei por mim já estava com o cabelo pinta do de loiro, minha mão tinha crescido muito em função do pandeiro, meus polegares já não se mexiam por eu passar o tempo todo fazendo sinais de positivo. Não deu outra: entrei para um grupo de pagode. Enquanto vários outros viciados cantavam uma música que nao dizia nada, eu e mais outros 12 infelizes dançavamos alguns passinhos ensaiados, sorríamos e fazíamos sinais combinados.
Lembro-me de um dia quando entrei nas lojas Americanas e pedi a Coletânea "As melhores do Molejão". Foi terrível!! Eu já não pensava mais!! Meu senso crítico havia sido dissolvido pelas rimas miseráveis e letras pouco arrojadas. Meu cérebro estava travado, não pensava em mais nada. Mas a fase negra ainda estava por vir. Cheguei ao fundo do poço, ao limiar da condição humana, quando comecei a escutar popozudas, bondes, tigrões, motinhas e tapinhas. Comecei a ter delírios, a dizer coisas sem sentido. Quando saía à noite para as festas pedia tapas na cara e fazia gestos obscenos. Fui cercado por outros drogados, usuários das drogas mais estranhas que queriam me mostrar o caminho das pedras...
Minha fraqueza era tanta que estive próximo de sucumbir aos radicais e ser dominado pela droga mais poderosa do mercado: a droga limpa. Hoje estou internado em uma clínica. Meus verdadeiros amigos fizeram a única coisa que poderiam ter feito por mim. Meu tratamento esta sendo muito duro: doses cavalares de Rock, MPB, Progressivo e Blues. Mas o médico falou que eu talvez tenha de recorrer ao Jazz, e ate mesmo a Mozart e Bach.
Queria aproveitar a oportunidade e aconselhar as pessoas a não se entregarem a esse tipo de droga. Os traficantes só pensam no dinheiro. Eles não se preocupam com a sua saúde, por isso tapam a visão para as coisas boas e te oferecem drogas. Se você não reagir, vai acabar drogado: alienado, inculto, manobrável, consumível, descartável, distante. Vai perder as referências e definhar mentalmente. Em vez de encher a cabeça com porcaria, pratique esportes e, na dúvida, se não puder distinguir o que é droga ou não, faça o seguinte:
- Não ligue a TV no domingo á tarde; - Não escute nada que venha de Goiânia ou do interior de São Paulo; - Não entre em carros com adesivos "Fui....."; - Se te oferecerem um CD procure saber se o indivíduo foi ao programa da Hebe ou ao Sabadão do Gugu; - Não compre um CD que tenha mais de 6 pessoas na capa; - Não vá a shows em que os suspeitos façam passos ensaiados; - Não compre nenhum CD em que a capa tenha nuvens ao fundo; - Não compre nenhum CD que tenha vendido mais de um milhão de cópias no Brasil; - Nao escute nada que o autor não consiga uma concordância verbal mínima.
Mas principalmente, duvide de tudo e de todos. A vida é bela!!!! Eu sei que você consegue!!! Diga não às drogas!!
06 February
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Livros de Pedra
Os templos católicos de estilo gótico construídos na Idade Média revelam toda a magia dos ocultistas e sociedades secretas da época
Por João Magalhães
Os sinais cabalísticos estão por toda a parte: nas altas colunas de mármore, nos capitéis, nos arcos, nos altares. Eles contam a história da construção das catedrais góticas — símbolos da religiosidade católica mas também dos mais profundos mistérios da magia que imperava na Idade Média.
Estão ali rastros dos druidas (sacerdotes celtas que reverenciavam as florestas como divindades), visíveis na arquitetura que lembra um bosque petrificado. Estão também nas rosáceas - um dos mais importantes símbolos da ordem dos cavaleiros templários e dos maçons – desenhadas nos vitrais. Estão ali ainda os signos do zodíaco - prova de que a astrologia era admitida pelos papas da igreja da época.
Enfim, Notre Dame, Chartres, Amien, Colônia e Duomo de Milão podem ser vistas como gigantescos livros de pedra, cuja leitura exige não só uma boa dose de conhecimento esotérico mas a capacidade de ver além da realidade.
Chartres
- Teve sua construção iniciada em 1194, num local onde havia, nos tempos pagãos, uma gruta com a estátua de uma Virgem Negra, esculpida em madeira pelos druidas e venerada por milhares de peregrinos franceses. Desde dos primórdios do cristianismo, a gruta fora substituída por templos católicos. Mas a catedral com suas 178 janelas, 2500 metros quadrados de vitrais e 700 estátuas e estatuetas no Portal Real só ficou pronta em 1260, sob o reinado de Filipe Augusto. Toda a cidade participou dos trabalhos, e era hábito os pescadores assumirem o lugar dos cavalos entre as cangas dos carros que transportavam material. Um sacrifício e tanto, pois a pedreira mais próxima ficava a meio dia de viagem. E, diariamente, antes do expediente, todos comungavam, para não contaminar a obra.

Até a adoção do estilo gótico — que surgiu no início do milênio, no norte da França, e rapidamente se espalhou pela Itália, Alemanha, Inglaterra, Espanha e Áustria — os templos católicos eram erguidos segundo os princípios românicos: escuros como cavernas. Todo o seu peso se apoiava em suas largas paredes. Já as catedrais góticas são claras, exuberantes e sua sustentação está nas abóbadas. O gótico representa a verticalização da fé e convida a uma união com a divindade. Seus elementos seriam o fogo e o ar, que evocam a purificação iniciática e a elevação espiritual. Eles estão expressos em vitrais, torres e nas rosáceas vermelhas, cujas formas lembram labaredas.
Duomo de Milão
- Com a pedra fundamental lançada em 1386, inaugurada várias vezes e ainda incompleta, é uma espécie de tapete de Penélope dos milaneses. A iniciativa da construção partiu do duque Gian Galeazzo Visconti, que a ofereceu como ex-voto à Virgem, em troca de um herdeiro. Mas toda a cidade contribuiu, até mesmo as prostitutas, que ofereceram uma noite de trabalho. Com 11 mil metros quadrados de área, 145 agulhas de 180 metros de altura, 3159 estátuas e 96 gigantes esculpidos, é um monumento que ainda consome milhões de liras em sua finalização. E para o qual até mesmo os sucessivos invasores de Milão ( beleguins, croatas, alemães, espanhóis e franceses) contribuíram. Napoleão, por exemplo, construiu a fachada, e a imperatriz austríaca Maria Teresa doou um Cravo da Cruz de Cristo como relíquia.

A intenção dos arquitetos ao pintar as rosáceas era fazer com que a luminosidade criasse a sensação de um fogo iniciático, durante as vésperas e na hora mariana ( horários canônicos correspondentes a 6 e 18 horas). Consideradas pantáculos ( espécies de talismã ) do cristianismo, as rosáceas são a principal fonte de entrada de luz no interior das catedrais góticas . Geralmente , há duas delas nas laterais e uma sobre a entrada principal — para os ocultistas, esta última rosácea é a fronteira entre o sagrado e o profano.
Na verdade, as rosáceas funcionam como um mapa das tradições que são transmitidas há séculos aos iniciados. "Uma das chaves para sua interpretação são as suas cores, as mesmas do arco-íris — um símbolo da aliança de Deus com o homem, no fim do dilúvio", diz o pesquisador Leo Reisler.
Também os alquimistas dão grande importância a esse elemento da arquitetura gótica. Até o final da Idade Média, a rosácea central era chamada de A Roda, que na alquimia significa o tempo necessário para o fogo agir sobre a matéria, transmutando-a. Essa visão é reforçada pelo esquema de incidência de luz sobre elas. A rosácea da lateral esquerda, por exemplo, nunca é iluminada pelo sol. É a cor negra, a matéria em seu estado bruto, a morte. Já a da direita, irradia, ao sol do meio-dia, uma luminosidade branca — a cor das vestes do iniciado que acaba de abandonar as trevas. Finalmente, a rosácea central, ao receber a luz do pôr-do-sol, parece incendiar-se, e banha o templo com um tom rubro, sinônimo da perfeição absoluta, da predominância do espírito sobre a matéria.
Colônia
- A construção começou em 1248 e só foi finalizada em 1880, por Frederico Guilherme IV, que conseguiu recuperar o projeto original. Concebida para abrigar os restos mortais dos três Reis Magos, saqueados da Lombardia por Barba-Roxa e guardados num sarcófago de ouro e prata com 300 quilos de peso, a igreja ostenta quase 7 mil metros de faixada e é um dos maiores templos do mundo. Suas janelas têm 17 metros de altura, e as torres, que alcançam 150 metros, abrigam sinos grandiosos com mais de trinta toneladas de bronze. O curioso é que metade desse bronze foi obtida com a fundição de canhões requisitados de inimigos vencidos. Durante a Segunda Grande Guerra, quando a cidade foi praticamente destruída, a situação se inverteu e os sinos é que foram fundidos, para se transformar de novo em armamentos.

De acordo com mapeamento feito pelo pensador católico Bernard Clairveaux, fundador da Ordem Cisterciense, de monges beneditinos, as catedrais góticas ficam próximas de antigos menires ( pedras sagradas ), consideradas como centros de energia do mundo. Também a estrutura das catedrais góticas não parecem resultado de simples cálculos arquitetônicos. De acordo com Fulcanelli, o grande alquimista que nos anos vinte escreveu O Mistério das Catedrais, o plano dessas igrejas tem a forma de uma cruz latina estendida no solo.
Na alquimia, essa cruz é símbolo do crisol, ou seja, do ponto em que a matéria perde suas características iniciais para se transmutar em outra completamente diferente. Nesse caso, a igreja teria então o objetivo iniciático de fazer com que o homem comum, ao penetrar em seus mistérios, renascesse para uma nova forma de existência, mais espiritualizada. Ainda segundo Fulcanelli, essa intenção é reforçada pelo fato de a entrada desses templos estar sempre voltada para o Ocidente.
Notre Dame
- Iniciada em 1163 e concluída em 1330, já abrigou sob seus arcos coroações e mendigos. Também resistiu a devastações entre os séculos 18 e19, quando teve suas pinturas e estátuas, vitrais e portas, tirados e substituídos por ornamentos barrocos. Na Revolução Francesa, transformaram-na em depósito de suprimentos e uma das torres foi derrubada simbolicamente, decapitada como os membros do clero. Mais tarde, vendida ao conde de Saint-Simon, quase foi demolida. Durante a Comuna de Paris, tentou-se incendiá-la. Sobreviveu a tudo e resiste, cercada por lendas, como a do ferreiro Biscornet. Dizem que, encarregado de fazer suas fechaduras e assustado com a tarefa, Biscornet teria pedido ajuda ao Diabo, que, aliás, deve ter aceitado o pacto, pois as fechaduras são mesmo obras de arte.

Assim, ao se caminhar na direção do santuário, volta-se obrigatoriamente para o Oriente, o lugar onde nasce o sol, ou seja, sai-se das trevas e ruma-se para a Luz, em direção ao berço das grandes tradições espirituais. Esse convite à iniciação está presente até mesmo no piso, em que costuma haver a representação de um labirinto. Chamados de Labirintos de Salomão (rei bíblico, símbolo da sabedoria) eles costumam se localizar num ponto em que a nave (o espaço que vai da entrada do templo ao santuário) e os transeptos ( os braços da cruz ) se unem. Seu sentido alquímico é o mesmo do mito grego de Teseu, o herói que entra num labirinto a fim de combater o Minotauro. Após vencer o monstro - metade homem, metade touro - consegue voltar, graças ao fio que sua esposa Ariadne (aranha) lhe dera.
Filosoficamente, os labirintos são os caminhos que o homem percorre em sua vida: cedo ou tarde ele entrará em contato com seu monstro interior, isto é, seus defeitos de caráter. Quem consegue combater e vencer as próprias imperfeições (o Minotauro) e possuem o fio de Ariadne (símbolo do conhecimento iniciático) conseguem efetivamente ver a verdadeira Luz. Em Amiens, norte da França, essa alegoria torna-se clara, graças à existência de uma grande lage na qual se esculpiu um sol em ouro bem no centro do labirinto. Já em Chartres, havia antigamente uma pintura que mostrava todo o mito de Teseu.
Talvez o mais intrigante de todos os mistérios que envolvem a construção das catedrais é que nenhuma delas possui um autor, alguém que assine o projeto. Até hoje, o único tipo de identificação encontrado são marcas gravadas nas pedras. Essas marcas representam geralmente instrumentos de trabalho estilizados, como martelos e compassos, e era um tipo de registro profissional, que o mestre-de-obras usava para controlar o trabalho de cada um de seus obreiros.
Todo artesão possuía uma marca própria, que passava de pai para filho, de mestre para discípulo. Em função de guerras, pestes e outros flagelos, muitas vezes as obras das igrejas ficavam temporariamente interrompidas, e os trabalhadores viajavam, oferecendo seus serviços em outras cidades e países. Ganharam, assim, o nome de franc-maçons, ou pedreiros livres, cuja associações acabaram resultando na Maçonaria. Mas esta, embora detenha antigos conhecimentos esotéricos, se consolidou como ordem iniciática apenas em 1792.
Amiens
- Construída em 1221, é uma das obras-primas do gótico na França. Um verdadeiro feito, pois em apenas três séculos os franceses ergueram nada menos que 80 catedrais e 500 grandes igrejas neste estilo, sem falar nos milhares de templos paroquiais. Era uma verdadeira corrida arquitetônica, na qual Amiens saiu vencedora, superando até mesmo Chartres e Notre Dame. Sua abóbada atinge a altura de quase 43 metros e cria uma sensação de suntuosidade inigualável. Claro que a realização desse feito exigiu o empenho de toda a comunidade, e, sempre que os fundos escasseavam, os monges e cônegos locais ofereciam indulgências àqueles que colaborassem com a construção. Exortavam, particularmente, os penitentes e moribundos, lembrando-os de que já estavam "mais próximos do paraíso" do que no dia anterior.

Se a busca dos idealizadores do gótico ainda permanece um enigma, o estudo da origem da expressão ‘arte gótica’ apenas reforça a idéia de que sua inspiração é totalmente mística. Estudos etimológicos remetem às palavras gregas goés-goéts, de bruxo, bruxaria, que sugere a idéia de uma arte mágica. O alquimista Fulcanelli prefere associar ‘arte gótica’ a argot, que significa idioma particular, oculto, uma espécie de cabala falada, cujo os praticantes seriam os argotiers (argóticos), descendentes dos argonautas. No mito grego de Jasão, eles dirigiam o navio Argos, viajando em busca do Tosão de Ouro. Jasão teria sido um grande mestre, que iniciava seus discípulos nos mistérios egípcios, inclusive na geometria sagrada, que é uma das chaves da arquitetura gótica. Prova dessa herança egípcia está no fato de os construtores góticos disporem os símbolos que aparecem nos entalhes, nas estátuas, nos medalhões e vitrais de maneira que obedeçam sempre a uma seqüência que torna inevitável a associação de uns com os outros. Trata-se de um recurso egípcio de memorização que permite a apreensão de um grande número de informações, pois somos, sem perceber, levados a relacionar cada coisa ao local onde ela se encontra. Talvez seja esse o motivo pelo qual muitas vezes o zodíaco está representado dentro das catedrais fora de sua ordem convencional. Longe de ser aleatório, esse desmembramento está relacionado ao sentido mais esotérico de cada signo, como se vê a seguir:
Áries Geralmente sua figura é a de um carneiro, que simboliza o início do caminho na busca da elevação espiritual.
Touro Representado pelo próprio Touro, às vezes está associado ao evangelista Lucas; às vezes a Cristo. Simboliza a vida na matéria.
Gêmeos Sua representação usual é de duas figuras humanas abraçadas, que expressam a capacidade de elevar espiritualmente o próximo por meio da transmissão de conhecimentos. Em Chartres, este signo aparece junto a uma das portas e mostra dois cavaleiros atrás de um grande escudo.
Câncer Na forma de um caranguejo ou de um lagostim, costuma estar próximo da pia batismal, junto da imagem do arcanjo Gabriel. Com certeza, trata-se de uma influência da Cabala, que associa a Lua, regente de Câncer, a Gabriel, o emissário do nascimentos. A intenção é mostrar que, por meio do batismo (ritual iniciático), o homem pode se religar às esferas espirituais das quais se origina.
Leão Com a mesma representação de hoje, é emblema do evangelista Marcos, a quem emprestaria seus atributos de persistência e força de vontade na busca da espiritualização.
Virgem Algumas vezes aparece como uma jovem segurando uma espiga de milho. Mas pode também estar representado por uma estátua da própria Virgem Maria, com uma estrela na cabeça. É um dos signos mais ricos de significados nas igrejas góticas, uma vez que a maioria delas foi dedicada justamente à mãe de Cristo. Em Amiens, por exemplo, ela se encontra em duas árvores. Na iconografia cristã, uma delas representaria a árvore pela qual a humanidade caiu - numa referência ao mito de Eva e da serpente tentadora enroscada numa árvore - , enquanto a outra remete à cruz de Cristo, pela qual a humanidade foi redimida.
Libra Quase sempre aparece como uma mulher segurando uma balança desproporcionalmente grande, no interior da qual há uma pessoa envolta num halo de luz. Seria um lembrete para o homem de que ele também faz parte do divino.
Escorpião Sua imagem pode ser traduzida por uma águia (símbolo de elevação espiritual) e representa o evangelista João. Ou, então, aparece como um escorpião mesmo, já com um sentido de regressão espiritual. Só que, como não havia escorpiões na Europa, muitas das suas representações têm pouquíssimo a ver com a realidade. Em ambas as formas, o signo está localizado aonde a luz do sol chega por último.
Sagitário Este signo costuma ser representado por um centauro prestes a disparar a sua flecha. Na catedral de Amiens, porém, ele aparece na forma de um sátiro. Mas ambos traduzem a luta que o homem precisa travar para vencer sua natureza material, a fim de ascender a planos mais elevados.
Capricórnio Meio cabra, meio peixe, este signo indica as posições que o homem tem de enfrentarem busca de espiritualização.
Aquário Representado por um homem segurando um livro ou um pergaminho, foi adotado como emblema do próprio cristianismo e do evangelho de Mateus. Esotericamente, seria o ar cósmico, que permeia todas as formas de vida.
Peixes Rico em significados esotéricos, aparece normalmente como dois peixes unidos por um cordão, nadando em direção opostas. O cordão seria o fio de prata que une o espírito e a alma durante a vida, mas que se rompe na morte. Um dos peixes corresponde, portanto, ao espírito, que permanece acima do plano físico, enquanto o outro, a alma, seria um intermediário direto com a matéria. Uma curiosidade do cristianismo medieval é que, com exceção do peixe, a maioria dos outros animais eram considerados funestos, embora fosse comum encontrá-los nas catedrais góticas. Dessa fauna maldita faziam parte o dragão e o grifo, figura mitológica meio leão, meio pássaro (invólucros do demônio), o cavalo (usado pelas forças das trevas), o bode (luxúria), a loba (avareza), o tigre (arrogância), o escorpião (traição), o leão (violência), o corvo (malícia), a raposa (heresia), a aranha (o diabo), os sapos (pecados) e até a avestruz (impureza).
Baphomet
A figura mais temida da fauna que povoava o imaginário medieval era o Bafomé, que aparece com destaque na porta de todas as igrejas góticas. Metade homem, metade bode, por muito tempo foi confundido com o demônio cristão. Mas seu sentido é bem outro, como explica o teólogo Victor Franco: "O Bafomé é um símbolo templário que expressa a necessidade humana de transcender seus instintos básicos, a fim de ascender espiritualmente e cumprir seu papel evolutivo. Ser parte de Deus, até se confundir com Ele, é o sentido da verdadeira humanização. E este era o ensinamento maior dos idealizadores do gótico, que criaram uma arquitetura viva. As catedrais estão tão perfeitamente integradas ao cosmo e são praticamente forças da natureza".
| 30 January Como eu estou apaixonada vou postar algumas poesias e fujir um pouquinho do foco do meu space!
Que não te amo mais
Não te amo mais,
Estaria mentindo se dissesse que
Ainda te quero Como sempre te quis
Tenho certeza de que
nem tudo foi em vão
Não posso mais dizer
Eu te amo
É tarde demais
Sinto muito,
não dá mais prá esconder
OBS: Leia esta poesia também de baixo para cima

Amo-te
Amo-te lentamente
Como a brisa que toca o mar
Nos fins de tarde de verão
Amo-te
Amo-te lindamente
Como a estrela que brilha no céu
Nas noites que passam em vão
Amo-te
Amo-te loucamente
Como o desespero da lua que espera o eclipse chegar
Para finalmente encontrar o sol
Amo-te
Amo-te apaixonadamente
Como o sorriso que sai de meus lábios quando te vejo
E faz bater mais forte o meu coração
Amo-te
Simplesmente amo-te

24 January Vitor Hugo
"...Desejo primeiro que você ame, E que amando, também seja amado. E que se não for, seja breve em esquecer. E que esquecendo, não guarde mágoa. Desejo, pois, que não seja assim, Mas se for, saiba ser sem desesperar.
Desejo também que tenha amigos, Que mesmo maus e inconseqüentes, Sejam corajosos e fiéis, E que pelo menos num deles Você possa confiar sem duvidar. E porque a vida é assim, Desejo ainda que você tenha inimigos. Nem muitos, nem poucos, Mas na medida exata para que, algumas vezes, você se interpele a respeito de suas próprias certezas. E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo, para que você não se sinta demasiado seguro.
Desejo depois que você seja útil, Mas não insubstituível. E que nos maus momentos, Quando não restar mais nada, Essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.
Desejo ainda que você seja tolerante, Não com os que erram pouco, porque isso é fácil, Mas com os que erram muito e irremediavelmente, E que fazendo bom uso dessa tolerância, Você sirva de exemplo aos outros.
Desejo que você, sendo jovem, Não amadureça depressa demais, E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer E que sendo velho, não se dedique ao desespero. Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e É preciso deixar que eles escorram por entre nós.
Desejo por sinal que você seja triste, Não o ano todo, mas apenas um dia. Mas que nesse dia descubra Que o riso diário é bom, O riso habitual é insosso e o riso constante é insano.
Desejo que você descubra, Com o máximo de urgência, Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos, Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.
Desejo ainda que você afague um gato, Alimente um cuco e ouça o joão-de-barro Erguer triunfante o seu canto matinal Porque, assim, você se sentirá bem por nada.
Desejo também que você plante uma semente, Por mais minúscula que seja, E acompanhe o seu crescimento, Para que você saiba de quantas muitas vidas é feita uma árvore.
Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro, Porque é preciso ser prático. E que pelo menos uma vez por ano Coloque um pouco dele Na sua frente e diga "Isso é meu", Só para que fique bem claro quem é o dono de quem.
Desejo também que nenhum de seus afetos morra, Por ele e por você, Mas que se morrer, você possa chorar Sem se lamentar e sofrer sem se culpar.
Desejo por fim que você sendo homem, Tenha uma boa mulher, E que sendo mulher, Tenha um bom homem E que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes, E quando estiverem exaustos e sorridentes, Ainda haja amor para recomeçar. E se tudo isso acontecer, Não tenho mais nada a te desejar..."

23 January
Primeira vez que estou postando nesse ano!!! Já estava na hora.
Eu precisava escrever alguma coisa antes que acabasse o mês.
Já estava com saldades do meu espaço e dos comentários!!!
Se eu não responder ou demorar muito é pq eu não entro muito no meu space como antes, mas eu prometo passar pra olhar os seus spaces!
O VAMPIRO
Tu que, como uma punhalada, Entraste em meu coração triste; Tu que, forte como manada De demônios, louca surgiste,
Para no espírito humilhado Encontrar o leito e o ascendente; - Infame a que eu estou atado Tal como o forçado à corrente,
Como ao baralho o jogador, Como à garrafa o borrachão, Como os vermes a podridão, - Maldita sejas, como for!
Implorei ao punhal veloz Que me concedesse a alforria, Disse após ao veneno atroz Que me amparasse a covardia.
Ah! pobre! o veneno e o punhal isseram-me de ar zombeteiro: "Ninguém te livrará afinal De teu maldito cativeiro.

17 December 
Tourniquet
Evanescence
Composição: Indisponível
I tried to kill the pain but only brought more so much more i lay dying and i'm pouring crimson regret and betrayal i'm dying praying bleeding and screaming am i too lost to be saved am i too lost?
my God my tourniquet return to me salvation my God my tourniquet return to me salvation
do you remember me lost for so long will you be on the otherside or will you forget me i'm dying praying bleeding and screaming am i too lost to be saved am i too lost?
my God my tourniquet return to me salvation my God my tourniquet return to me salvation
(return to me salvation) (i wanna to die)
my God my tourniquet return to me salvation my God my tourniquet return to me salvation
my wounds cry for the grave my soul cries for deliverance will i be denied Christ tourniquet my suicide
Tourniquet (tradução)
Evanescence
Composição: Indisponível
Eu tentei acabar com a dor Mas só piorou (muito mais) Eu caí morrendo E eu estou derramando remorso sanguinário e traição
Eu estou morrendo Orando Sangrando E gritando Está muito tarde para eu ser salvo? Está muito tarde? Meu Deus, meu protetor Retorne para a minha salvação Meu Deus, meu protetor Retorne para a minha salvação
Você se lembra de mim? Perdido a tanto tempo Será que você vai para o outro lado? Ou será que vai me esquecer?
Eu estou morrendo Orando Sangrando E gritando Está muito tarde para eu ser salvo? Está muito tarde? Meu Deus, meu protetor Retorne para a minha salvação Meu Deus, meu protetor Retorne para a minha salvação
(Retorne para minha salvação) (Eu quero morrer)
Meu Deus, meu protetor Retorne para a minha salvação Meu Deus, meu protetor Retorne para a minha salvação
Minhas feridas imploram por um túmulo Minha alma implora por libertação Serei eu quem o nega? Cristo Protetor Meu suicídio.

Pra quem quiser me add no orkut, feito especialmente para os Spaces Members, é só entrar no link abaixo
My Orkut
12 December Natal Informático
Gerardo Cabada Castro

Dê um CLIQUE DUPLO neste NATAL! ARRASTE JESUS para seu DIRETÓRIO PRINCIPAL, SALVE-O em todos seus ARQUIVOS PESSOAIS,. SELECIONE-O como seu DOCUMENTO MESTRE..
Que ele seja seu MODELO para FORMATAR sua vida: JUSTIFIQUE-a e ALINHE-a À DIREITA e À ESQUERDA, sem QUEBRAS na sua caminhada.
Que JESUS não seja apenas um ÍCONE, um ACESSÓRIO, uma FERRAMENTA, um RODAPÉ, um PERIFÉRICO, um ARQUIVO TEMPORÁRIO, mas o CABEÇALHO, a LETRA CAPITULAR, a BARRA DE ROLAGEM de seu caminhar.
Que Ele seja a FONTE de energia para sua ÁREA DE TRABALHO, o PAINTBRUSH para COLORIR seu sorriso, a CONFIGURAÇÃO de sua simpatia, a NOVA JANELA para VISUALIZAR o TAMANHO de seu amor.
No seu dia-a-dia, seja Ele o PAINEL DE CONTROLE para DESFRAGMENTAR sua vida, fazer DOWNLOAD de seus sonhos e OPTIMIZAR suas realizações.
DESATIVE seu egoísmo, COMPACTE suas liberdades, CANCELE seus RECUOS, e DELETE seus ERROS.
COMPARTILHE seus RECURSOS, ACESSE o coração de seus amigos. e ESCANEIE para eles o que você tem de bom.
Não deixe à MARGEM ninguém, ABRA as BORDAS de seu coração e REMOVA dele o VÍRUS do desamor.
Antes de SAIR, coloque JESUS nos seus FAVORITOS e seu NATAL será o ATALHO para sua felicidade!
CLIQUE agora em OK para REINICIAR e ATUALIZAR seus CONTEÚDOS!
Visite o site do Autor
(Repasse com os devidos créditos)
01 December Arte
O estilo Gótico desenvolveu-se na Europa, principalmente na França, durante a Baixa Idade Média e é identificado como a Arte das Catedrais. A partir do século XII a França conheceu transformações importantes, caracterizadas pelo desenvolvimento comercial e urbano e pela centralização política, elementos que marcam o início da crise do sistema feudal. No entanto, o movimento a arraigada cultura religiosa e o movimento cruzadista preservavam o papel da Igreja na sociedade.

Enquanto a Arte Românica tem um caráter religioso tomando os mosteiros como referência, a Arte Gótica reflete o desenvolvimento das cidades. Porém deve-se entender o desenvolvimento da época ainda preso à religiosidade, que nesse período se transforma com a escolástica, contribuindo para o desenvolvimento racional das ciências, tendo Deus como elemento supremo. Dessa maneira percebe uma renovação das formas, caracterizada pela verticalidade e por maior exatidão em seus traços, porém com o objetivo de expressar a harmonia divina. O termo Gótico foi utilizado pelos italianos renascentistas, que consideravam a Idade Média como a idade das trevas, época de bárbaros, e como para eles os godos eram o povo bárbaro mais conhecido, utilizaram a expressão gótica para designar o que até então chamava-se “Arte Francesa ”.
14 November
Feliz aniversário para mim mesma!!!!!
Nossa eu já estou com 19 aninhos hj
viva!!!
Eu me amo
Eu me amo
Eu me amo
Eu me amo
Eu me amo
Eu amo esse space e amo todos que me adoram
um beijo pra todos
e aproveitem
o feriado!!!!
04 November
                        
Você já nasce gótico e descobre isso enquanto cresce, até o dia em que descobre a cultura gótica. Geralmente essa descoberta ocorre com a arte, ouvindo-se uma música em algum lugar, vendo imagens relacionadas à nossa cultura e sentido-se bem com elas.
A cultura gótica consiste , não exatamente num mundo cheio de lágrimas, mas sim, num mundo obscuro, profundo, num mundo na qual há sentimento, paixão, deírios e até mesmo razão.
São esses sentimentos que causam o distanciamento de nós góticos do mundo dos demais mortais. Esse distanciamento na maioria das vezes se torna um círculo vicioso e nos faz cair num poço de profunda melancolia.

Essa tristeza invade nossas almas , tornando-nos criaturas frias e distantes, muitas vezes estranhas para os demais. Sentimos um amor profundo pelas artes, além de sentimentalismo exagerado, ou então, uma frieza e distância inexpugnáveis. Perfeição e sombriedade são duas outras coisas presentes na alma de um gótico, além da capacidade de amar eternamente e ainda depois...
31 October
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Happy
Halloween
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Andando em uma rua...

no meio da multidão...
pairava só sobre ela...
uma nuvem de escuridão

Sua mente viajava...
em um mundo paralelo

Muros sujos de vermelho...

luzes quebradas

Asfaltos inundado de medo... Céu escuro Nuvens negras... noite triste Nenhuma estrela...
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O Halloween é comemorado na noite
de 31 de outubro. No aspecto religioso, esta
ocasiao e conhecida como a vigilia da
Festa de Todos os Santos,
dia 01 de novembro.
Estudiosos de folclore acreditam
que os costumes populares do Halloween
exibem traços do Festival da Colheita,
realizado pelos romanos em honra a Pamona (deusa das frutas), e tambem do Festival Druida de Samhain (Senhor da Morte e Principe das Trevas) que, de acordo com a crenca, reunia as almas dos que tinham morrido durante o ano para leva-los ao ceu dos druidas neste exato dia. Para os druidas, Samhain era o fim do verao e o festival dos mortos.
31 de outubro marca tambem o termino do ano celtico.
A palavra Halloween tem origem na igreja Católica. É uma contração de All Hallows Eve,
que seria a vespera do Dia de Todos os Santos, comemorado no dia 1 de novembro.
Doces ou Travessuras (Trick-or-treat)A brincadeira de "doces ou travessuras" não teve início na Irlanda, mas num costume europeu do século 9, chamado de "souling" (almejar). No dia 2 de novembro, Dia de Todos os Santos, os cristãos iam de vila em vila pedindo "soul cakes" (bolos de alma), que era feitos de pequenos quadrados de pão com groselhas.
 Para cada bolo que ganhasse, a pessoa deveria fazer uma oração por um parente morto do doador. Acreditava-se que as almas permaneciam no limbo por um certo tempo após sua morte e que as orações ajudava-na a ir para o céu.
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Periodo Pre-Cristao
Acreditava-se que os espiritos dos mortos voltavam para visitar seus parentes a procura de calor e provisoes, pois o inverno aproximava-se e, junto a ele, o reinado do Principe das Trevas. Os Druidas invocavam forcas sobrenaturais para acalmar os espiritos maus. Estes raptavam criancas, destruiam plantacoes e matavam os animais das fazendas. Acendiam-se fogueiras nos topos das colinas nas noites de Samhain. As fogueiras talves fossem acesas para guiar os espiritos as casas dos seus parentes ou para matarem ou espantarem as bruxas. A inclusao de feiticeiras, fadas e duendes nestes rituais, originou-se da crenca paga de que, na vespera do Dia de Todos os Santos havia uma grande quantidade de espiritos de mortos que levavam avante uma oposicao aos ritos da igreja de Roma, e que vinham ridicularizar a celebracao de Todos os Santos com festas e folias proprias deles mesmos. Supunha-se que fantasmas " frustados" pregavam pecas nos humanos e causavam acontecimentos sobrenaturais.

Periodo Cristao
Com o passar dos tempos, a comemoracao do Halloween tornou-se alegre e divertida, sem todos aqueles vestigios sombrios e tenebrosos da tradicao celtica, tornando-se mais conhecida na America apos a emigracao escocesa em 1840. Alguns dos costumes trazidos pelos colonos foram mantidos, mas outros foram mudados a fim de que houvesse adaptacao as novas maneiras de viver. Como exemplo temos as Jack-O-Lanterns que, feitas com nabos primitivamente, passaram a ser feitas com aboboras. Essas Jack-O-Lanterns sao um dos simbolos mais conhecidos do Halloween e tem sua origem entre os irlandeses.
A Origem do Dia das Bruxas
O Dia das Bruxas - ou Hallowen - vem das tradições do antigo povo Celta, que, até 180 d.C., ocupava vários territórios da Europa onde hoje existem países como a Inglaterra, a Escócia, a França e a Espanha. No calendário dos Celtas, o dia 31 de outubro era o último do ano. Nessa data acontecia um festival chamado "Samhain, All Hallowtide¿, que assinalava o fim da colheita e o início da estação de inverno. Essa festa tinha um grande significado para os Celtas. O término do verão era para eles, um povo essencialmente de pastores, a época do ano em que suas vidas mudavam radicalmente: o gado era recolhido dos seus pastos de verão nas colinas, e as pessoas se reuniam nas casas para longas noites frias, contando histórias e fazendo artesanato.
Mas o que isso tinha a ver com uma festa para os mortos? Os Celtas acreditavam que, quando as pessoas morriam, iam para uma terra de eterna alegria e juventude, chamada ¿Tir nan Og¿. Eles não tinham os conceitos de Céu e Inferno, que seriam posteriormente levados pela Igreja Católica. O Samhain era o Ano Novo para os Celtas: uma ocasião mágica, quando o véu que os separava do ¿Mundo do Além¿ se tornava mais tênue, e os vivos podiam conversar com seus entes queridos em Tir nan Og. Os celtas acreditavam que, quando o sol desaparecia no horizonte em 31 de outubro, reinava o caos: a noite não pertencia nem ao ano que acabava nem ao que iniciava. Aquele momento também servia como passagem final para os bons espíritos antes da escuridão do inverno iniciar.
Por volta do ano 43 d.C., os romanos conquistaram o território celta e, nos quatro séculos de domínio, dois festivais romanos combinaram-se ao Samhain. O primeiro deles foi Feralia, um dia no fim do mês de outubro que era consagrado à memória dos mortos. O segundo era uma festa em homenagem a Pomona, deusa romana dos frutos e das árvores. Como seu símbolo era a maçã, alguns estudiosos dizem que a tradicional brincadeira de apanhar a maçã com os dentes numa tina d¿água, que se pratica no Halloween moderno, teve origem numa homenagem à deusa.
Quando as Ilhas Britânicas se cristianizaram, várias das tradições celtas foram associadas com o mal. Os celtas, contudo, não tinham demônios e diabos nas suas crenças - embora as fadas fossem freqüentemente consideradas perigosas e hostis, pois se ressentiam de ter suas terras invadidas pelos humanos. Na noite de Halloweeen, elas pregavam peças nas pessoas, fazendo com que se perdessem em colinas mágicas, onde poderiam ser aprisionadas por toda a eternidade. Após a chegada do cristianismo, algumas pessoas começaram a ver as fadas como anjos que não se alinhara nem com Deus nem com Lúcifer e, por isso, foram condenados a vagar até o dia do Juízo. Na escuridão do dia 31 de outubro, muitos imitavam as fadas, vagando na noite, a bater de porta em porta pedindo comida e bebidas. Se não fossem atendidas, invocavam duendes e fadas que se vingariam do dono da residência com uma travessura. As pessoas saiam vestidas de fadas, espíritos, fantasmas, e acreditavam que, se encontrassem os verdadeiros espíritos, não seriam reconhecidos por eles como humanos.
Jack-O-Lantern
Ele está para Halloween, assim como o Papai Noel está para o Natal. Na decoração da festa de 31 de outubro não pode faltar aquele jerimum oco no qual se desenha a faca um rosto, que pode ser medonho ou sorridente. Para ressaltar essa expressão insólita, uma vela acesa é colocada dentro da abóbora. Há quem diga que essa figura surgiu entre os antigos Celtas, que algumas vezes circulavam nessa noite carregando nabos, cebolas ou abóboras entalhadas, representando faces. Seria a origem do personagem Jack-o-lantern (do inglês Jack of the lantern, que os irlandêses chamam Jack o¿lantern).

Existe, porém, uma lenda irlandesa que conta a história completa do Jack Lanterna. Dizem os antigos que existia um homem que tinha o apelido de "Stingy Jack" (o avarento Jack) que convidou o Diabo para beber com ele. Fiel ao seu apelido, Stingy Jack não queria pagar sua bebida e fez o Diabo transformar-se numa moeda que ele poderia usar para comprar as garrafas. Em vez de fazer o acertado, ele decidiu manter a moeda em seu poder e a guardou em seu bolso perto de uma cruz de prata, o que impediu o Diabo de voltar à sua antiga forma. Tempos depois Jack libertou-o, com a condição de que o Tinhoso não o amolaria por todo um ano e que, quando Jack morresse, ele não apareceria para buscar a alma do sabichão. No ano seguinte, Jack enganou de novo o Diabo, fazendo-o subir numa árvore para apanhar uma fruta. Assim que ele subiu, Jack esculpiu o sinal de uma cruz no tronco e o Capeta só pode descer quando prometeu que não o perturbaria por dez anos.

Quando Jack morreu, Deus não permitiu que uma figura tão ruim entrasse no Céu. Já o Diabo, ainda abalado pelas brincadeiras que Jack fizera com ele e mantendo a promessa de que não buscaria sua alma, não permitiu a entrada do sujeito no Inferno. O Capeta mandou Jack embora, na noite escura, com apenas um carvão em brasa para iluminar o caminho. Jack pôs o carvão numa abóbora oca e tem vagado pela Terra desde então. A tradição manda que se coloque uma vela numa abóbora e a ponha perto da janela ou da porta para afastar maus espíritos, inclusive o próprio Jack-o-lantern.
| Halloween - "trick or treat!" |
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- A tradição de dar doces, guloseimas e frutas veio dos duendes (e da Irlanda), que eram considerados maus (!) pelos antigos celtas.
Nessa noite elas gostavam de pregar partidas ("tricks") aos humanos.
- Para lhes agradar e evitar as suas maldades, as pessoas deixavam doces e frutas ("treats") à porta das suas casas.
- Daí surgiu a famosa frase "trick ou treat" que dizem as crianças norte-americanas (e canadianas) quando celebram o Halloween, o Dia das Bruxas, e pode ser traduzida como "presentes ou partidas".
Já reparaste que esta história do «Pão por Deus» (Em Portugal, no dia de Todos os Santos, de manhã bem cedinho, as crianças saem à rua em pequenos grupos para pedir o "Pão por Deus") das crianças portuguesas pedirem à porta das casa é parecida com a das crianças norte-americanas?
Como se diz que nessa noite os fantasmas andam à solta, todas as partidas são válidas, mas é preciso estar mascarado como eles (os espíritos) para não sermos levados pelas almas do outro mundo.
Também para se protegerem deles, os miúdos carregam lanternas feitas com uma abóbora escavada. Essas lanternas também se põem à porta de casa, para espantar os espíritos.
Esculpir abóboras
Uma abóbora bem esculpida vai impressionar os teus amigos. É por isso que convém que a coisa saia bem feita!
Mas, se nunca esculpiste uma abóbora, não te preocupes porque nós damos-te umas dicas! Esta actividade é sempre mais divertida a dois, por isso pede ajuda a um adulto.
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É preciso :
- 1 colher grande ou uma daquelas colheres de gelados;
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- 1 faca afiada (cuidado para não te cortares);
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- folhas de jornal para não sujares a cozinha toda;
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Como fazer : |
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1 - Com a faca (que deverá ser comprida) corta uma espécie de tampa na abóbora, na parte de baixo(cuidado para não furares os lados da abóbora). O buraco deverá ser grande o suficiente para tirares o recheio (polpa e sementes) de lá de dentro.
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2 - Tira tudo cá para fora com a ajuda da colher. (Dá para fazer doce, sopa, etc.)
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Limpa também a «tampa» que retiraste para abrir a abóbora.
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3 - Coloca a abóbora numa mesa e verifica qual é o seu melhor lado para começares a esculpir.  Imagina a «cara» que queres fazer e usa a faca para, cuidadosamente, retirares as partes individuais que não te interessam.
Se precisares de ajuda, usa uma caneta para fazeres as marcações antes de começares a cortar.
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4 - Assim que terminares de cortar, empurra devagarinho as peças recortadas para veres o resultado final.
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5 - Se tudo estiver perfeito (na medida do possível) podes passar à parte da vela. E esta é bastante simples. Se tiveres limpo bem a «tampa» da abóbora (deixando-a nivelada), a vela ficará perfeitamente estável. |

6 - Depois é só acenderes a vela e colocares a abóbora por cima com o «rosto» virado para o sítio onde os teus convidados irão estar! |
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Dica: Não deites fora os frascos de doce (se forem de vidro) quando estivem vazios. Usa-os como suportes para as tuas velas. Assim, fica mais seguro, as velas não apagam facilmente e duram mais!
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Hoje em dia, principalmente nos EUA, o Halloween e lembrado com muitas festas e com muita alegria. Nestas festas as pessoas usam mascaras e se vestem como fantasmas, bruxas, Conde Dracula, Frankstein, ou da maneira que achar mais engracado ou horripilante. As criancas saem as ruas fantasiadas, batendo de porta em porta, pedindo por doces dizendo: " Trick or Treat". Quem nao as atende pode ter uma desagradavel surpresa, pois elas podem lhe pregar alguma peça.
AS BRUXAS NA ILHA DE SANTA CATARINA
Dom João V, rei de Portugal, determinou em 1747, a transferência de 4.000 portugueses, oriundos das Ilhas de Açores e Madeira para as províncias de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Em 1748, começaram a chegar, na Ilha de Nossa Sra. do Desterro, atual Florianópolis, em Santa Catarina, os primeiros casais e desertores. Entre esses desertores, havia algumas mulheres que foram afastadas de Portugal acusadas de feitiçaria.
Assim sendo, os moradores da Ilha dos Açores trouxeram suas crenças, seus costumes, suas tradições e suas bruxas.
Aqui, na Ilha de Santa Catarina, elas voltaram às suas atividades como curandeiras, parteiras e conselheiras, sendo a partir de então conhecidas como benzedeiras. E a palavra bruxa ou feiticeira foi transferida para aquelas mulheres, vivas ou mortas, que realizavam magia negra e encantamentos para o mal.
Tal mudança de definição, de bruxa para benzedeira, deu-se por conta da deturpação que a palavra bruxa ou feiticeira sofreu pela Inquisição. Ser bruxa era sinal de conexão diabólica, era ser responsável por todas as desgraças e dificuldades existentes na vida cotidiana do povo.
Relatos sobre bruxas e benzedeiras são freqüentes nos antigos vilarejos da Capital, principalmente na Lagoa da Conceição, povoado que foi fundado em 1750, com o nome de Nossa Senhora da Conceição.
Porém, a verdadeira bruxa, ou se preferir benzedeira, é aquela que tem conhecimento sobre todas as energias que nos envolvem e sabe utilizá-las para melhorar a vida física, mental e espiritual. A bruxaria, ou seja, a Antiga Religião, é uma filosofia de vida onde predomina o amor, o respeito por todas as formas de vida e onde utiliza-se as forças da natureza e da energia cósmica para efetuar curas e ritos de harmonização.
Pelo interior da ilha, principalmente nas comunidades da Lagoa da Conceição e do Ribeirão da Ilha, ainda podemos ouvir "causos" dos pescadores vítimas das bruxas, e das mães cujos filhos embruxados foram salvos pela benzedeira. Para espantar uma bruxa, a benzedeira da Ilha, junto com seus galhos de ervas, reza a seguinte oração:
"Treze raio tem o sóli, treze raio tem a lua,
Sarta diabo pró inferno questa alma não é tua.
Tosca marosca, rabo de rosca,
Vassoura na tua mão,
relho na tua bunda e aguilhão nos teus pés.
Pôr riba do silvado e pôr baixo do tehiado!
São Pedro, São Paulo e São Fontista
Por riba da casa, São João Batista.
Bruxa tatara-bruxa,
Tu não me entre nesta casa nem nesta comarca toda.
Pôr todos os santos dos santos. Amém!".
Marina Guadalupe Beims Autora do livro
"Wicca e outras tradições"
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18 October †.:Amor aos vermes:.†
Claro que não é apenas no romantismo que os atuais góticos se nutrem, mas é na "escola de morrer cedo" que encontramos as suas referências mais preciosas, além da origem da atual acepção do termo.
Todos os "vermes" na verdade tem a sua contribuição a dar, seja um "Bosch" entre a Idade Média e a renascença, um "Byron"romântico, um "Dali"surrealista, a degenerescência de um Fritz Lang, ou o cinismo caústico de um Wilde, pois onde quer que surja uma sociedade ordenada e racional, lá surgirá o "verme delirante", receba ele o nome que for. E talvez seja este o princípio estético dos góticos, o amor aos "vermes", não importa a linguagem ou escola artística.

"Há um cheiro pútrido no ar. São estes vermes alimentando-se das ultimas conquistas orgulhosas do homem. Estes vermes chamam-se 'anjos negros da modernidade'. São perigosíssimos, pois são mutantes e quando o homem orgulhoso levanta a testa e caminha a passos largos acreditando estar adiante, o verme olha para ele e lhe sorri cinicamente, retornando em seguida a seus pequenos afazeres cotidianos (...) Certa vez, alguns vermes conseguiram se reunir num grupo que se chamou 'Tempestade e Ímpeto'. Tempos depois outro grupo surgiu, chamou-se 'Surrealismo', mas normalmente eles agem sozinhos".Giannatasio

Orkut da Mary Jane (novinho) 07 October                           

O "verme" romântico nasce ainda sob os trajes do "herético" do "anjo caído" , é o "maldito" por excelência, e isso não podemos perder de vista. Sob esta ótica o romantismo é ainda a reabilitação do mal, onde o mal se transforma em discurso noir, discurso de desconstrução moral que se perpetuará no século XX através do Dadaísmo e do Surrealismo.

É no romantismo literário que se torna mais aparente e mais facilmente acessível para nós esse esforço sincrético para reintegrar no Bem o Mal e as trevas, herdando toda a dramatização da literatura bíblica e da iconografia medieval. Satã faz sua entrada triunfal como o Mefistófeles de Goethe, sendo o herói byroniano do Mistério de Caim. Faz-se a celebração da noite obscura, que passa a ser o lugar previlegiado da celebração dionisíaca tão presente na obra de Novalis ( Hinos à Noite). Acompanhando o resgate dos valores noturnos temos o pessimismo, a loucura, os sonhos, as sombras, a decomposição,a queda, a atração pelo abismo, a morte e a urgência pela vida.

Esta inversão de valores é facilmente reconhecida nas obras de Vitor Hugo como Le Fin de Satan e a já citada Notre-Dame de Paris, onde a maldade e a feiúra tornam-se em ideal.
O herói romântico traduz-se nas figuras do dândi e do libertino, imortalizados em vida e obra por Wilde, Byron e Sade.
O romantismo abre espaço para o terror diabólico e ancestral nas obras de Poe, Le Fanu e Bram Stocker, surgindo da obra destes dois últimos a figura nefasta do vampiro, o amante imortal.

No "dark side" do romantismo portanto, encontramos praticamente todos os elementos estéticos que tanto deliciam os góticos até os dias de hoje...Além da sua origem através da gothic novel.
                          
My Orkut
e o
Orkut da Mary Jane (novinho)

03 October
O Romantismo e o resgate da estética medieval
O movimento romântico que se fez presente no século XIX procurará romper com os valores do classismo que assim como o renascimento exaltava os valores estéticos da antiguidade clássica e o racionalismo. Ao afrontar esses padrões o romantismo faz uma espécie de "reabilitação" da Idade Média e do seu imaginário.Muitas obras românticas como por exemplo "Notre-Dame de Paris"de Vitor Hugo têm como cenário a Idade Média. Entretanto a visão dos românticos era extremamente idealizada.
São ainda os românticos os responsáveis pelo surgimento do "gothic novel" ou "romam noir", normalmente ambientados em castelos sombrios e ambientes tenebrosos. O castelo de Otranto lançado em 1764 por Walpole é um celebre exemplo disso.A Gothic Novel utiliza o passado como cenografia, pretexto para a construção fabulística, para dar livre curso a imaginação.Walpole pode ser cosiderado o criador e precursor do "gothic novel", seu romance foi inovador rompendo com os padrões literários então vigentes, criando uma atmosfera repleta de personagens inverossímeis, terrores sobrenaturais e castelos arruinados. O estilo fez um tremendo sucesso, sendo copiado por vários autores, indo muito além do romantismo nas formas do conto fantástico, conto de terror e até a ficção científica.

Meu Orkut
16 September ![]()

Góticos: opções estéticas e definições
Em primeiro lugar vamos as definições começando pelo sentido etimológico e histórico da palavra.
O termo gótico têm sua origem ligado a um estilo de arte medieval presente entre os séculos XIII e XIV que sucedeu ao estilo românico (séculos XI e XII) fazendo-lhe oposição. Sua presença é marcante no que se refere principalmente a arquitetura, sendo famosas as catedrais que seguiram o seu padrão arquitetural como Notre-Dame de Paris, Chartres e Reims
Notre-Dame
Chartres
Reims
O aparecimento do termo gótico entretanto encontra-se alguns anos a frente dessas construções medievais. Durantes os séculos em que foi moderna, a arte gótica era conhecida sob o nome de "opus francigenarum", o que significa "obra francesa" e indica bem a sua principal origem. Entretanto nos séculos XV e XVI com a Renascença e o entusiasmo pela antiguidade clássica, passou-se a considerar a Idade Média como uma época bárbara e obscura. Como os godos eram os bárbaros mais conhecidos, o estilo passou a se chamar gótico, ou seja, bárbaro por excelência, alcançando um sentido pejorativo e de profundo desprezo.
No Brasil também temos a presença da arquitetura Gótica!!!!!!!!!!

Catedral de Petrópolis (1885), RJ
05 September Eu esqueci de dizer que eu quase voei sexta-feira passada, por causa do vento. Tava muito forte...bah vcs tem que acreditar... estava lá eu , indo pro meu curso( a pé) e veio um vento tão forte que quase me levo pro meio da rua, mas foi questão de segundos.... eu cheguei olha pro lado se tinha alguém olhando....parecia uma bebada disgovernada!!!!Ainda bem que foi rapidinho!!!!!!!!!!!!! 04 September
Se querem pegar alguma coisa daki.... eu não me importo, pois sei que esse space é lindo!!!
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